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Carta do Gestor
Carta Mensal - Maio 2026
O mercado iniciou 2026 com uma expectativa relativamente consensual: após os apertos monetários dos últimos anos, os principais bancos centrais finalmente teriam espaço para iniciar um ciclo mais consistente de redução de juros. A combinação de inflação em desaceleração, crescimento moderado e condições financeiras mais restritivas parecia criar o ambiente ideal para uma normalização gradual do custo do dinheiro.
Carta Mensal - Abril 2026
Abril não foi um mês definido por um único evento, mas sim por uma mudança gradual na leitura do cenário global, consolidada na Super Quarta no fim do período.
Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve a taxa de juros inalterada, em linha com o esperado. O que mudou, no entanto, foi a percepção sobre o próximo passo. Ao longo do mês, os dados passaram a indicar uma inflação mais resistente, especialmente em alguns núcleos, ao mesmo tempo em que a atividade segue apena
Carta Mensal - Março 2026
Março foi um mês que deixou mais claro um ponto importante: o cenário deixou de ser guiado por uma única narrativa dominante.
A leitura que vinha predominando — crescimento desacelerando com inflação em queda — começou a perder força. No lugar dela, surgiu uma combinação mais difícil: atividade enfraquecendo e novas pressões inflacionárias aparecendo, principalmente via petróleo.
Carta Mensal - Fevereiro 2026
O mercado em fevereiro passou a precificar simultaneamente três forças estruturais: um possível choque deflacionário via Inteligência Artificial; uma escalada geopolítica envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã; e um Federal Reserve preso entre inflação resiliente e risco crescente de desaceleração.
Carta Mensal - Janeiro 2026
Janeiro é, historicamente, o mês em que grandes investidores redefinem estratégias, rebalanceiam portfólios e estabelecem as bases de alocação para o ano. Nesse contexto, os movimentos observados nas primeiras semanas de 2026 merecem atenção especial.
Carta Mensal - Dezembro 2025
O ano de 2025 marcou um ponto de inflexão relevante no ciclo econômico global. Após um longo e intenso período de aperto monetário, os principais bancos centrais iniciaram um movimento gradual de flexibilização, sinalizando que o pico do ciclo de juros f icou para trás. Ainda que os níveis de juros reais permaneçam elevados no curto prazo, a direção da política monetária passou a ser o principal vetor de alocação de ativos.
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