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Carta do Gestor
Carta Mensal - Agosto 2026
Agosto começou sob uma combinação que parecia mais favorável para os mercados. A redução das tensões entre Estados Unidos e Irã levou o petróleo de volta para próximo de US$ 80 por barril, enquanto, no Brasil, as expectativas de inflação continuavam melhorando e o Banco Central iniciou um novo ciclo de flexibilização, com um corte de 25 pontos-base na Selic, para 14%. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve os juros inalterados, e as bolsas chegaram ao mês próximas das
Carta Mensal - Julho 2026
Os acontecimentos de julho lembraram que os mercados são constantemente influenciados por eventos de curto prazo. Tensões geopolíticas, divulgações de inflação, indicadores de atividade e decisões de política monetária movimentam preços diariamente e, muitas vezes, de forma intensa. Ainda assim, passada a volatilidade inicial, o capital costuma retornar às tendências que efetivamente moldam os mercados no longo prazo.
Carta Mensal - Junho 2026
Nos últimos anos, poucos cenários pareciam tão improváveis quanto a combinação que observamos atualmente. A economia americana continua crescendo em ritmo saudável, o mercado de trabalho permanece resiliente, os lucros corporativos seguem surpreendendo positivamente e os principais índices acionários renovam máximas históricas. Ao mesmo tempo, a inflação mostra sinais de acomodação e o Federal Reserve volta a discutir a retomada de um ciclo de flexibilização monetária.
Carta Mensal - Maio 2026
O mercado iniciou 2026 com uma expectativa relativamente consensual: após os apertos monetários dos últimos anos, os principais bancos centrais finalmente teriam espaço para iniciar um ciclo mais consistente de redução de juros. A combinação de inflação em desaceleração, crescimento moderado e condições financeiras mais restritivas parecia criar o ambiente ideal para uma normalização gradual do custo do dinheiro.
Carta Mensal - Abril 2026
Abril não foi um mês definido por um único evento, mas sim por uma mudança gradual na leitura do cenário global, consolidada na Super Quarta no fim do período.
Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve a taxa de juros inalterada, em linha com o esperado. O que mudou, no entanto, foi a percepção sobre o próximo passo. Ao longo do mês, os dados passaram a indicar uma inflação mais resistente, especialmente em alguns núcleos, ao mesmo tempo em que a atividade segue apena
Carta Mensal - Março 2026
Março foi um mês que deixou mais claro um ponto importante: o cenário deixou de ser guiado por uma única narrativa dominante.
A leitura que vinha predominando — crescimento desacelerando com inflação em queda — começou a perder força. No lugar dela, surgiu uma combinação mais difícil: atividade enfraquecendo e novas pressões inflacionárias aparecendo, principalmente via petróleo.
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