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Carta do Gestor
Carta Mensal - Dezembro 2025
O ano de 2025 marcou um ponto de inflexão relevante no ciclo econômico global. Após um longo e intenso período de aperto monetário, os principais bancos centrais iniciaram um movimento gradual de flexibilização, sinalizando que o pico do ciclo de juros f icou para trás. Ainda que os níveis de juros reais permaneçam elevados no curto prazo, a direção da política monetária passou a ser o principal vetor de alocação de ativos.
Carta Mensal - Novembro 2025
Novembro teve aquela cadência curiosa dos meses que não chamam atenção pelo barulho, mas pelo movimento. Nada aconteceu de forma abrupta — mas quase tudo se ajustou um pouco. O dólar alternou humor ao longo do mês, reagindo a ruídos fiscais domésticos, expectativas de cortes nos EUA e ao fluxo de commodities. No fim, terminou mais fraco — não por acaso, mas porque o diferencial de juros ainda coloca o real numa posição invejável entre as moedas emergentes.
Carta Mensal - Outubro 2025
O trimestre final de 2025 começou com um contraste emblemático entre as duas principais ancoragens de política monetária para o investidor brasileiro.
De um lado, o Federal Reserve continua o ciclo de cortes de juros em meio à economia americana ainda aquecida; de outro, o Banco Central do Brasil reafirma uma das posturas mais restritivas do mundo, sustentando a Selic em 15% e enfatizando a necessidade de manter a prudência por “um período prolongado”.
Carta Mensal - Setembro 2025
No mês de setembro, os Estados Unidos deflagraram mais um shutdown federal após o Congresso não aprovar a extensão orçamentária necessária para manter o funcionamento das agências públicas a partir de 1º de outubro. O impasse entre republicanos e democratas levou à suspensão parcial das atividades federais, com cerca de 900 mil funcionários federais sendo colocados em regime de suspensão temporária e outros trabalhando sem remuneração g
Carta Mensal - Agosto 2025
O mês de agosto foi marcado por sinais mais claros de desaceleração econômica nos Estados Unidos. O índice ISM de atividade manufatureira registrou o sexto mês consecutivo em território contracionista, refletindo os impactos cumulativos do aumento das tarifas sobre custos de produção e a perda de confiança por parte dos empresários. O setor industrial, já pressionado por margens mais apertadas, segue sem fôlego para uma recuperação consistente.
Relatório Semestral - Carteiras Administradas
O primeiro semestre foi marcado por uma combinação de resiliência econômica e desafios fiscais no Brasil. A atividade seguiu forte, com o PIB crescendo 3,4% em 2024 e 1,4% no primeiro trimestre de 2025, sustentado pelo agro e pelo setor de serviços. O mercado de trabalho permaneceu aquecido, com desemprego em 6,2%, menor patamar para o período desde 2015, e a arrecadação federal alcançou recordes, somando R$ 230 bilhões em maio.
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