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Carta do Gestor
Carta Mensal - Abril 2026
Abril não foi um mês definido por um único evento, mas sim por uma mudança gradual na leitura do cenário global, consolidada na Super Quarta no fim do período.
Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve a taxa de juros inalterada, em linha com o esperado. O que mudou, no entanto, foi a percepção sobre o próximo passo. Ao longo do mês, os dados passaram a indicar uma inflação mais resistente, especialmente em alguns núcleos, ao mesmo tempo em que a atividade segue apena
Carta Mensal - Março 2026
Março foi um mês que deixou mais claro um ponto importante: o cenário deixou de ser guiado por uma única narrativa dominante.
A leitura que vinha predominando — crescimento desacelerando com inflação em queda — começou a perder força. No lugar dela, surgiu uma combinação mais difícil: atividade enfraquecendo e novas pressões inflacionárias aparecendo, principalmente via petróleo.
Carta Mensal - Fevereiro 2026
O mercado em fevereiro passou a precificar simultaneamente três forças estruturais: um possível choque deflacionário via Inteligência Artificial; uma escalada geopolítica envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã; e um Federal Reserve preso entre inflação resiliente e risco crescente de desaceleração.
Carta Mensal - Janeiro 2026
Janeiro é, historicamente, o mês em que grandes investidores redefinem estratégias, rebalanceiam portfólios e estabelecem as bases de alocação para o ano. Nesse contexto, os movimentos observados nas primeiras semanas de 2026 merecem atenção especial.
Carta Mensal - Dezembro 2025
O ano de 2025 marcou um ponto de inflexão relevante no ciclo econômico global. Após um longo e intenso período de aperto monetário, os principais bancos centrais iniciaram um movimento gradual de flexibilização, sinalizando que o pico do ciclo de juros f icou para trás. Ainda que os níveis de juros reais permaneçam elevados no curto prazo, a direção da política monetária passou a ser o principal vetor de alocação de ativos.
Carta Mensal - Novembro 2025
Novembro teve aquela cadência curiosa dos meses que não chamam atenção pelo barulho, mas pelo movimento. Nada aconteceu de forma abrupta — mas quase tudo se ajustou um pouco. O dólar alternou humor ao longo do mês, reagindo a ruídos fiscais domésticos, expectativas de cortes nos EUA e ao fluxo de commodities. No fim, terminou mais fraco — não por acaso, mas porque o diferencial de juros ainda coloca o real numa posição invejável entre as moedas emergentes.
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